Tour de 2 dias em Silves - Tanto interior para explorer!

2º Dia

Estamos no Tour de 2 dias em Silves – 2º dia e 12º dia do nosso Tour no Algarve. Desde a costa de Armação de Pêra até às montanhas da Serra do Caldeirão a norte, há muito para explorar em Silves.

Depois de ver as praias, estava animado para descobrir o outro lado da cidade. A Barragem do Arade foi a primeira paragem do dia. Mais do que um reservatório de água, a barragem também é um ótimo miradouro, onde pode admirar a paisagem rural ao seu redor.

A seguir, prossegui para São Bartolomeu de Messines, uma pequena aldeia no Nordeste de Silves, que faz fronteira com a região do Alentejo. É difícil imaginar que o vasto cenário verde de Messines esteja apenas a meia hora de distância do oceano. Ao aproximar-me da aldeia, vi uma série de pequenas capelas, uma após a outra, exibindo o mesmo tipo de fachada que a Catedral de Silves, com as suas paredes vermelhas e brancas. Comecei o meu passeio no Santuário de Nossa Senhora da Saúde, depois caminhei até à Capela de São Sebastião e terminei perto da praça com a igreja principal de São Bartolomeu de Messines.

Perto da igreja, existem alguns cafés e restaurantes, embora a maioria deles não pareça estar aberta ao domingo. Andei um pouco mais e deparei-me com o Restaurante João de Deus, onde acabei por almoçar.

Depois do almoço, voltei para a estrada e fui para outra aldeia chamada São Marcos da Serra. No caminho, parei na Barragem do Funcho, e mais uma vez pude observar as vistas das montanhas próximas. Cheguei a São Marcos da Serra pouco antes do pôr do sol. As ruas estavam vazias e só passei por uma ou duas pessoas antes de chegar à igreja. Ao contrário das capelas de São Bartolomeu de Messines, a Igreja de São Marcos da Serra foi totalmente pintada de branco com apenas alguns detalhes cinzentos. O relógio do lado de fora marcava a hora e o sino acima estava prestes a tocar as 6 horas, foi quando cheguei à entrada da igreja.

Ao longo da aldeia, vi muitas chaminés decoradas em cima dos telhados de terracota, mas foi perto da igreja que vi a maior delas. A chaminé é uma memória da ocupação mourisca no Algarve e uma peça notável de arquitetura que mereçe  fazer parte do álbum de fotos.

Encontrei-me cercado por serras cheias de sobreiros e medronheiros, a árvore que dá o medronho, usado no tradicional luar do Algarve, um espetáculo que eu nunca esperei encontrar, numa região conhecida pelas suas praias.

Bem em frente à igreja, deparei-me com um bonito prédio vermelho-escuro onde se encontra um dos poucos restaurantes da cidade, “Os Duartes”. Fiz uma rápida refeição antes de me dirigir novamente para a costa.

Quando cheguei à Vila Vita Parc, as colinas tinham ficado para trás, substituídas por penhascos rochosos e a brisa do oceano.

Comecei a fazer as minhas malas, mais uma vez e preparei-me para a próxima viagem a Lagoa.

Mapa do percurso do 2º Dia do tour de Silves





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